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"O ser humano é capaz de tudo, até de querer coisas nocivas e negativas para si mesmo."

- Claudia Raia

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28 junho 2011

# Claudia Raia nega fama de diva e diz ser uma mulher sem frescuras


Por Mariana Bradford

Esqueça a imagem de diva da maioria de seus personagens na TV. Atriz, comediante, cantora, bailarina clássica e mãe, Claudia Raia é do povo: “Levo marmitinha para o set de gravação e fico amiga até dos profissionais da técnica. As pessoas acham que ando de camisola de seda estilo anos 40 em casa e peço toalhas brancas no camarim. Essa coisa ‘estrela’ não é comigo”, define ela, que, nesta semana, gravou o programa "Viva" com a amiga Sarah Oliveira. De riso leve e distribuindo abraços pela equipe, mostrou que a “frescura” fica mesmo restrita à telinha.

Animada com os depoimentos dos participantes do programa sobre seu trabalho, Claudia lamentou o distanciamento do público que a televisão proporciona: “É uma pena, pois saber o que pensam de você é muito gostoso. É difícil ter esse feedback na TV, ao contrário do teatro”.


E foi um desses depoimentos que, de súbito, trocou as gargalhadas da atriz por um choro tímido no meio da gravação. Era de um fã admirado, que fez um retrospecto e enalteceu a carreira da atriz. “Essa profissão é muito difícil e completar 30 anos de uma carreira de sucesso é emocionante. Quando era criança e vi minha irmã, linda; e eu, feia e chata, fui atrás dos meus objetivos com a cara e a coragem!”, disse, com a voz embargada.

Claudia jura de pés juntos que foi uma criança e uma pré-adolescente feia – mas nunca teve complexo com a altura. “Era o que aproximava os meninos de mim. Eu tinha isso e o poder da fala a meu favor. A altura me dava magnitude, então sempre gostei de ser esguia”, explicou.

Quem vê a mulher de 1,80m que chega a fazer esteira à 1h30 da manhã em época de gravação de novela (“é quando dá tempo”, diz) não imagina que ela tenha fumado dos 12 aos 24 anos – hoje, está com 44. “Fumava até durante o banho! Fui tentar imitar minha irmã e acabei me viciando”, contou ela, que resolveu parar após sonhar que tinha um enfisema no pulmão. Até hoje, em todo dia 7 de cada mês, Claudia compra um bolinho e canta parabéns para comemorar a distância do cigarro.


Apesar de se definir como “básica” quando o assunto é estilo, Claudia apareceu para gravar usando um maxicolar de pedras vermelhas e um anel igualmente enorme. “Sou uma ‘básica extravagante’”, explicou. E, voltando a deixar de lado o estigma de perua, Claudia decreta: “Entro numa loja popular e compro acessórios que posso misturar com uma peça da Louis Vuitton, por exemplo. Uso de tudo, não tenho preconceito!”.















- Colaboração: Fagner Mello (via email)
- Vânia ( via Cbox)
Fonte: Site GNT

Programa vai ao ar na quarta feira , ás 23 hrs
( canal GNT)

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